terça-feira, 28 de julho de 2009
Papo de homem: por que não?
Precisamos cuidar dos nossos homens.
E não é de hoje.
A verdade é que os homens ainda são criados para viver como super-homens.
São criados, portanto, para lidar mal com suas fraquezas e frustrações.
Um homem que falha seriamente corre o risco de não se recuperar.
Por exemplo: os efeitos do fracasso econômico para muitos homens são devastadores.
É sua saúde mental que vai para o ralo.
Vi dois mendigos esta manhã.
Salvo a fome do primeiro, não pareciam sofrer muito do corpo, mas sim da miséria e da cabeça.
O maior serviço que movimentos de segmentos prestaram foi chamar a atenção para problemas específicos vividos por mulheres, glbt, negros, minorias étnicas etc.
Ao mesmo tempo, o maior desserviço foi vilanizar o homem.
Em vez de procurar os vilões, devemos, sim, tratar todos como cidadãos.
Mais que cidadãos – porque nenhuma cidadania nos resume –, como pessoas.
Nossos homens estão precisando de atenção e carinho específicos: a mania de ser forte cria fragilidades muito peculiares.
É hora, ora.
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário